Ecstasy. A droga do amor

Ecstasy. A droga do amor

O possível vício começa geralmente assim: um dia, experimentando com amigos, em festas baladas, e quando menos se percebe ocorre a dependência. Ecstasy, mais conhecido como a “droga do amor”, foi uma substância criada no começo do século vinte para inibir o apetite, porém a droga nunca foi usada pra tal finalidade.

Ecstasy. A droga do amor
Ecstasy. A droga do amor

O Ecstasy é uma droga psicoativa que atualmente é utilizada via oral. Sua ação está na capacidade de liberar ao cérebro um nível maior que o comum de serotonina, gerando bem estar, excitação sexual, euforia e sociabilidade exacerbada. Tais sintomas duram em torno de oito horas, podendo variar para cada organismo. Após o efeito da droga, as reações podem ser adversas, sendo uma ansiedade e falta de concentração a uma tristeza profunda, essas reações costumam ser piores para pessoas que usam sempre a substância, e acontecem devido ao excesso de serotonina na fenda sináptica que o Ecstasy causa, destruindo muitas células nervosas.

A droga pode causar, ainda, perturbações mentais, como alucinações paranoias, ausência de autocontrole, lesões pelo corpo (como no fígado), aceleração do ritmo cardíaco, aumento da pressão arterial, e hepatite fulminante podendo levar um indivíduo a morte.

O Ecstasy já chegou a ser usado em tratamentos terapêuticos e nos últimos anos do século vinte passou a ser usada em festas por Universitários, onde há indícios do vício, embora a ciência ainda não sabia ao certo se a droga causa total dependência ou não, mas melhor não arriscar, pois a droga é proibida em muitos países em que há liberação de outras drogas.

 

Atualmente o Ecstasy é muito usado em baladas e festas da juventude. Por ser uma droga um pouco mais cara, geralmente é consumida por jovens da classe média alta.

Será mesmo que, depois de todas as consequências, o Ecstasy é a “droga do amor” ?

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